Aventuras em Cyrodiil #7 – A Queda de Umaril

 

Longos dias e belas noites nobres aventureiros! Chegamos enfim à mais uma sexta-feira e aos aventureiros que acompanham os relatos da nossa querida Guilda sabe que é dia de Diário Gamer entrar na área \o/ Hoje chegamos ao capítulo final da Knights of the Nine, narrando os acontecimentos da quest Umaril, the Unfeathered, porém Celebrimbor ainda tem muito a se contar durante a sua passagem por Cyrodiil. Enquanto as novas aventuras não chegam, aconcheguem-se num canto da taverna, peçam uma cerveja, e escute o que os contadores de história têm a dizer…

Knights of the Nine ready to strike!
Knights of the Nine ready to strike!

            Estava amanhecendo quando eu cheguei em Garlas Malatar. Meus cavaleiros estavam enfileirados aguardando a ordem para partir ao ataque. Umaril estava enclausurado em sua fortaleza e era questão de tempo para que sua queda se concretizasse. Me equipei com as relíquias do Cruzado e dei a ordem para que fosse lançado o ataque e tomei a dianteira dos meus cavaleiros. Atravessamos uma pequena ponte de pedra que deu numa pequena ilha com uma fonte e a entrada da ruína Ayleid. Neste cenário dois aurorans se materializaram e o primeiro combate se deu início. Minhas magias não se mostraram muito efetivas dessa vez, porém uns poucos golpes da Espada do Cruzado se mostraram bastante eficientes contra essas criaturas, de modo que foi mais sensato lutar contra elas com o uso dessa relíquia. Terminado com esses inimigos, eu e o restante dos cavaleiros entramos na fortaleza de Umaril. Garlas Malatar está listada como uma ruína Ayleid, porém o interior dela pouco lembra uma. Obviamente tem alguns corredores com desabamentos e paredes mofadas, mas uma fraca iluminação se faz presente, o suficiente para enxergar os habitantes e a decoração que permanece intacta. Descemos dois lances de escada e paramos num salão com dois portões de ferro num nível superior com um no nível que estávamos e um altar com um baú e um botão em cima. Três aurorans nos esperavam dessa vez e mais uma batalha teve início. Apesar de serem mais poderosos e dois dos meus cavaleiros feridos gravemente, saímos vitoriosos. Tiramos um tempo para descansar e curar nossas feridas. Totalmente descansados, apertei o botão no altar e as portas do nível superior se abriram então seguimos em frente. As portas davam num corredor estreito que dava numa sala com quatro colunas, e assim que chegamos quatro aurorans emergiram detrás das colunas, fazendo com que mais um combate se desse início. Eu enganjei combate com o mais próximo porém Sir Areldur chamou a atenção do auoran e disse para que eu e o restante dos cavaleiros seguirmos em frente uma vez que eles não iriam parar de aparecer e a cada minuto perdido

Umaril, no plano material.
Umaril, no plano material.

Umaril se fortalecia. Segui em frente então com Sir Thedret, Sir Brelin, Sir Geimund e Sir Gukimir, enquanto Sir Areldur ficou para trás com Sir Avita, Sir Lathon e Sir Carodus combatendo os aurorans. Para aumentar as chances deles eu invoquei um espectro e ordenei que os ajudasse. Três lances de escada se seguiram e deu numa porta que ao cruzar deu num pequeno salão com mais duas portas de ferro fechadas acionadas por um botão na parede. Pelas portas deu pra ver que o salão subsequente era enorme, contendo uma pequena fonte no meio e um orbe que brilhava numa luz azul escura. Apertei o botão então e seguimos para o salão, sendo recebidos por flechas dos aurorans que estavam escondidos, um total de quatro também. O combate foi um pouco demorado, mas dessa vez em vez de combatê-los diretamente dei suporte aos meus cavaleiros, que com magias de cura não se feriam e nem se cansavam. Assim que o último auroran caiu, o orbe começou a brilhar mais forte e nossos inimigos se levantaram novamente. Percebendo o que estava acontecendo, Sir Thedret então me falou para destruir o orbe, enquanto ele e os demais cavaleiros mantinham os inimigos ocupados. Encontrei um lance de escada que imediatamente comecei a subir, porém sou surpreendido por um auroran que não estava na batalha. Quanto mais tempo eu demorasse maior seriam as chances dos meus cavaleiros perecerem, então me esquivei e continuei a subida. Virando à esquerda percebi que estava no patamar do orbe, então corri o mais rápido possível e cravei a Espada do Cruzado nele. A esfera antes luminosa perdeu imediatamente o seu brilho e se estilhaçou, porém os estilhaços não chegaram a cair no chão, indicando que algum distúrbio temporal se formou, porém um caminho antes protegido por uma barreira também se revelou, então segui por ele. A terceira área da fortaleza lembrava um pouco a primeira, porém melhor iluminada. Subi um lance de escadas que deu num cômodo que parecia uma biblioteca e guardado por dois aurorans. Invoquei outro espectro e fui pra cima deles. Por sorte o espectro invocado silenciou os dois no início da batalha, pois esses atacavam apenas com magias e senti que minhas proteções não aguentariam mais tempo. Terminado com os súditos, estava na hora de enfrentar o rei.

            Atrás do cômodo havia um lance de escadas para baixo, e chegando ao final dele me deparei com a sala do trono de Umaril, o Sem-Penas, com o próprio se levantando do seu trono e vindo ao meu encontro. Umaril parecia um auroran, só que maior e com uma armadura mais detalhada. Ele gritou palavras numa língua desconhecida e me atacou com uma saraivada de relâmpagos. Depois cruzamos espadas pelo que pareceu ser uma eternidade, com eles

A verdadeira batalha final.
A verdadeira batalha final.

sempre gritando nessa língua desconhecida, imaginando eu que de dor pois cada golpe da espada queimava sua pele por mais que ele usasse armadura o simples toque da relíquia sagrada queimava sua carne. Minutos depois por fim consegui desferir o golpe final, porém ainda não estava acabado. Com seu corpo agora sem vida, eu deveria caçar seu espírito no Oblivion. Após me curar pedi pela bênção de Talos; tudo ao meu redor foi ficando branco até que desmaiei. Ao acordar percebi que estava no mesmo cenário onde conversei com Pelinal Whitestrake, porém dessa vez sou saudado pela alma furiosa de Umaril. Surpreso ao me ver ali e temendo pela própria existência, o Sem-Penas investiu com toda sua força, porém me esquivei com a celeridade necessária. Cruzamos espadas ali mais uma vez, com Cyrodiil abaixo de nós e faíscas saindo a cada golpe. Depois de mais alguns minutos, que pareceram uma eternidade, a alma de Umaril por fim foi obliterada da existência, e uma sensação de paz preencheu minha alma enquanto voltava para o meu corpo. Acordei no porão do Priorado, onde Sir Amiel me saudou pela derrota daquele que ameaçava Tamriel mais uma vez. Ele então disse que com minha jornada concluída, os antigos cavaleiros poderiam finalmente descansar em paz. Antes de ir Sir Amiel disse que quando sentisse necessidade que rezasse em frente aos túmulos de cada um deles para conseguir uma bênção especial dos deuses. Percebi então que havia ficado um espírito, e quando fui falar com ele se identificou como Sir Berich e estava imensamente agradecido por ter purificado sua alma e a relíquia, também se mostrando envergonhado por tudo o que ele fez, mas feliz pela derrota de Umaril e pela Ordem estar restabelecida. Deixei as relíquias no suporte onde eu peguei a Armadura do Cruzado, pois é ali o local que elas pertencem, porém mantive comigo as botas, o escudo e a espada, afinal os deuses me acham digno e uma proteção adicional nunca é demais. Saí então do porão e vejo Sir Thedret vindo correndo em minha direção. Ele se mostrou bastante surpreso ao me ver, uma vez que os cavaleiros encontraram meu corpo sem-vida ao lado do corpo de Umaril. Então informei que a morte não poderia parar um escolhido dos deuses, o que o divertiu um pouco mas notei tristeza em sua voz. Soube então que os bravos Sir Areldur, Sir Avita, Sir Carodus e Sir Lathon pereceram, ainda que tenham conseguido derrotar os inimigos. Thedret então disse que eles não gostariam que nos lamentássemos para sempre, pois temos uma vida inteira para servir aos deuses, e que ainda a derrota de Umaril deveria ser comemorada, então pediu que eu o seguisse.2015-10-08_00004

            Do lado de fora do Piorado, os outros três cavaleiros que sobreviveram juntamente com quatro recrutas me saudaram, e Sir Thedret então informou sobre a derrota de Umaril e que nunca mais voltaria para assombrar Tamriel. Os cavaleiros saudaram os deuses e uma fogueira foi acessa, com cerveja, vinhos, queijo e uma grande variedade de comida para comemorarmos a derrota de um mal antigo. Em um determinado momento me isolei com minha cerveja e olhei para o céu estrelado, pensando numa certa porta em Niben Bay que eu ouvi sobre em Bravil…

 

E chegamos ao fim dessa expansão meus nobres aventureiros! O que acharam? Deixe um comentário! Grande abraço e até a próxima com o início de Shivering Isles!

 

Prólogo / Capítulo 1 / Capítulo 2 / Capítulo 3 / Capítulo 4 / Capítulo 5 / Capítulo 6

 

Game Designer aprendiz, baixista mediano e mago implacável. Amante de RPGs mas tem Metal Gear como série favorita. Busca dominar magias de controlar o tempo e zerar todos os jogos que comprou na Steam e na PSN.